14 de março de 2010

A ti

Quanto tempo já passou e que a minha mente não se esqueceu, daquele momento tão bizarro que não o quero perder.
Lembro-me de te ver, mas não saber o que querer e
por isso corri rua abaixo com pânico de me reconheceres.
Ainda hoje penso na errada iniciativa que tomei,
talvez hoje ainda te tivesse, a lado meu e com corpo teu com almas partilhadas.
Mas desses tempos apenas sei o teu nome e a cor dos teus cabelos,
eras uma loira Inês aquela que me fez querer entrar todos os dias no ATL e nunca mais de lá sair.
Ainda hoje quando lá passo, ouço as vozes e vejo as correrias. Quem me dera puder ver mais, e lembrar-me dela mas nem tudo são alegrias.

Hoje gostava de te ver, e ver como reagirias, ver se também, o sentirias.