18 de setembro de 2011

Conjectura

É giro partilhar contigo o mesmo ar, e eu inspirar paixão e tu ilusão, de cismares em negares a real contribuição de plenitude que nos satisfaria por completo. Estranho é eu querer agir como outrem, um outro, e tu olhares veres-me a mim eu só e mais ninguém! Nem se te disser que mudei a brincar ou não, será sempre brincadeira, para ti, porque eu não posso deixar de rir, se te rires também, não me consigo descuidar, para que não me deixes também. Posso tentar, e tentar falo-ei, ainda que com receio de que, negues ou não, ultrapasse de amigo a conhecido, e isso ... e isso eu não quero tentar.